Eu escrevo para provocar reflexão
Minhas primeiras linhas já carregam peso, pergunta e verdade. Eu não escrevo para enfeitar, eu escrevo para tocar onde precisa.
Manifesto
Eu faço do trap um campo de tensão entre o peso da cidade, a vulnerabilidade humana e a busca por paz interior. Minha música nasce como resposta crua, direta e sem filtro, mas nunca vazia. É assim que eu transformo dor em visão, experiência em texto e sobrevivência em identidade.
“A dor não é o fim da linha, para mim ela é matéria-prima de transformação.”
“Eu escrevo em linha reta, sem filtro e direto da alma.”
“Minha música nasce para ressignificar a dor e transformar cicatriz em visão.”
“A paz é o troféu que eu escolhi buscar.”
Minhas primeiras linhas já carregam peso, pergunta e verdade. Eu não escrevo para enfeitar, eu escrevo para tocar onde precisa.
Meu universo visual e sonoro nasce da rua, dos muros, da noite, dos grafites e do atrito direto com a realidade.
Para mim, a dor nunca é ponto final. Ela vira matéria-prima, processo e motor de evolução.